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Motivando para Excelência

 

Dinâmica de Liderança:

Acredite no melhor das pessoas para obter o melhor das pessoas.

Um pastor amigo diz o seguinte sobre um líder de sua igreja. Bem francamente o pastor disse que esse líder era praticamente a pessoa mais teimosa que ele havia conhecido. Ele tentou de toda forma possível motivar o líder a fazer as mudanças necessárias no ministério que ele era encarregado. Ele não se movia. Ele estava decidido.

A parte triste disso era o potencial desse líder. O pastor queria continuar com ele. Ele era um líder nato. As pessoas o seguiam em um piscar de olhos. Mas o pastor queria que ele visse o potencial da igreja e o que a igreja poderia fazer se ele “colaborasse” com o programa.

Eu sugeri a esse amigo pastor que convencesse esse líder a participar de uma conferência liderada por dois excelentes pastores Americanos. Eu também sugeri a esse pastor que frequentasse esse encontro com seu líder e juntos eles poderiam resolver essa situação. O encontro durou alguns dias. Os resultados foram milagrosos. Esse líder se empolgou tanto com o potencial de crescimento de sua igreja. Foi incrível! Abaixo de sua liderança, a igreja pôde seguir em frente e o pastor ficou extasiado com os resultados. A pessoa mais improvável pode ser motivada quando você a motiva do jeito certo.

Existem outras pessoas na igreja cuja presença nos contagia com empolgação delas. Elas são facilmente motivadas. Motivação interna antecipa possibilidades. A pessoa que se motiva sozinha acredita que o sucesso pode ser alcançado. Pode-se contar com elas para que o trabalho seja feito. Toda igreja precisa de algumas pessoas assim!

A motivação externa significa que existem forças externas que motivam as pessoas. Deus pode usar pastores, membros de equipe, liderança leiga e até

 

mesmo eventos que possam motivar. Motivação é interna e externa. Por exemplo, Deus usa a proclamação da Palavra para levar às pessoas à tomar uma decisão. Isso é motivação! Aqui vão algumas maneiras para motivar líderes e os guiar à excelência.

 

Exemplo

Motive através do exemplo.

O Senhor Jesus Cristo é o grande exemplo. Sua abordagem carinhosa, o alcance do seu Espírito e seu amor com compaixão pelas pessoas são exemplos para todos os Cristãos. Ele estava disposto a fazer o que for que Deus quisesse a fim de redimir a humanidade. Ele estava disposto a pagar o preço final pelos pecados do homem. Jesus disse que quando as coisas são feitas pelos seus menores irmãos, essas coisas também foram feitas para Ele. Se os líderes da igreja querem que os obreiros estejam envolvidos com visitações, então eles mesmos devem estar envolvidos. Se um professor quer que os membros de sala participem em serviços comunitários e atividades como testemunha, então aquele professor precisa estar envolvido nessas coisas. Desenvolver um espírito amoroso, carinhoso e compassivo entre as pessoas requer que aquele que está liderando seja amoroso, carinhoso e compassivo. Ninguém vai motivar alguém a fazer algo se ele não é a pessoa que ele quer que os outros sejam.

Um pastor que quer liderar as pessoas  em uma direção específica nunca deve pedir que elas façam algo que ele não está disposto a fazer. Não faça como aquele pastor que disse, “Não faça o que eu faço, mas faça o que eu digo.” Digamos que a igreja está realizando um projeto para arrecadar fundos para um novo prédio. É solicitado aos membros da igreja que dêem um dízimo sobre o dízimo. Quando se pede para as pessoas darem em sacrifício para projetos comunitários, seus líderes devem fazer o mesmo. Você não vai motivar alguém sem dar exemplo.

 

Competência

Muitos líderes se sentem ineficazes no que fazem. Isso é um problema de competência. A falta de competência entre os obreiros é um grande problema em muitas igrejas. É resultado de líderes mal-treinados ou mal-desenvolvidos e que lhe

 

faltam habilidades de competência. Líderes podem motivar outros ao ajudá-los a se tornarem mais competentes em sua obra.

Obreiros competentes são influentes, consistentes, confiáveis e eficazes. Eles são obreiros que continuam na obra. Em conferências que conduzi, líderes de igreja reclamaram de seus obreiros. Muitos de seus obreiros pareciam serem líderes ruins. Como por exemplo: (1) Não participavam de reuniões de planejamento. (2) Nunca enxergavam a necessidade de estar em projetos comunitários. (3) Passam tempo reclamando e encontrando defeitos. Esses obreiros, independente de qualquer coisa, são incompetentes. Cristo deu Seu melhor. O mínimo que podemos fazer é dar o nosso melhor. Nunca deve haver trabalho de má qualidade e comprometimento medíocre. Líderes precisam perceber que prover oportunidades de treinamento irá desenvolver as habilidades dos obreiros. O resultado final é que obreiros incompetentes se tornarão obreiros competentes. O crescimento e a maturidade deles começam a refletir em suas vidas pessoais e em seus ministérios.